Desospitalização: o que é e qual sua importância

Desospitalização: conheça essa prática e descubra dicas incríveis de como aplicá-la
Desospitalização: conheça essa prática e descubra dicas incríveis de como aplicá-la

Com o objetivo de diminuir a ocupação de leitos e otimizar a humanização no atendimento, a desospitalização é o ato de dar continuidade à recuperação do paciente em seu domicílio, ou seja, encaminhá-lo para o atendimento em casa, o home care.

Este cuidado inovador foi pensado para trazer mais conforto ao paciente, visto que sua recuperação será continuada em um ambiente familiar e acolhedor, enquanto são poupados gastos de saúde como internação, por exemplo.

Assim, estabelecimentos de saúde como hospitais e clínicas terão mais leitos vagos, poderão oferecê-los para outros pacientes com condições mais exigentes, e ainda reduzem custos e recursos.

A desospitalização é uma prática do interesse de muitos profissionais da saúde, cuidadores ou mesmo parentes de pacientes, visto que visa aliar economia e humanização.

Continue lendo e descubra o que é preciso para um paciente ser desospitalizado, qual a importância dessa prática e como aplicá-la da melhor forma possível!

Quem pode ser desospitalizado

Apesar de atrativa, essa prática não pode ser aplicada em qualquer paciente, visto que o objetivo não é pura e simplesmente “se livrar” de alguém para liberar leitos, mas sim encaminhar a pessoa para finalizar a recuperação em casa. Portanto, alguns fatores devem ser considerados: por exemplo, para ser elegível para a desospitalização, o estado de saúde do paciente deve ser estável.

A desospitalização também costuma ser indicada para tratamentos a longo prazo cuja recuperação já está estável, tendo como exemplo o caso de doenças degenerativas como Alzheimer. A continuação do tratamento em casa é positiva para o psicológico de pacientes já neurologicamente abalados.

A importância da desospitalização

Já é comprovado que o atendimento a domicílio (home care) possibilita uma recuperação melhor devido à proximidade do paciente com seus familiares e amigos, bem como à sua presença em um ambiente acolhedor e conhecido.

Ambos estes fatores influenciam positivamente na saúde mental e social do paciente, que por sua vez refletem na saúde física, tendo um papel fundamental na recuperação.

No caso de idosos e outros indivíduos com sistema imunológico mais fraco, a desospitalização também é uma forma de cuidado com a saúde, visto que evita a permanência em estabelecimentos de saúde, diminuindo as chances de infecções hospitalares.

Visto que em hospitais e clínicas é comum que um médico ou enfermeiro seja responsável por vários pacientes, ou mesmo que um paciente seja atendido por vários profissionais em diferentes turnos, a desospitalização também permite um atendimento exclusivo, personalizado e focado, garantindo a humanização, bem-estar e acompanhamento adequado do paciente.

Por consequência, a desospitalização também representa menos custos quando comparada ao atendimento em estabelecimentos particulares, visto que evita gastos com internação.

Ao fim disso tudo, ao desospitalizar pacientes que não terão complicações se continuarem o tratamento em casa, o estabelecimento pode liberar leitos para pacientes mais necessitados, desafogando o sistema de saúde e até mesmo diminuindo a mortalidade da população que necessita de atendimento.

Como realizar uma desospitalização adequada

Para acelerar a recuperação a domicílio, deve-se lembrar que o tratamento não foi descontinuado, ou seja, o paciente ainda precisa de cuidado e acompanhamento médico.

Portanto, é fundamental:

  • Garantir avaliações periódicas do paciente por profissionais de saúde, como enfermeiros ou cuidadores;
  • Realizar a administração de medicamentos nos dias e horários determinados;
  • Providenciar equipamentos especiais, como camas hospitalares e suporte para soro.

Para que adquirir equipamentos hospitalares

Duas práticas já foram comprovadas como eficazes para a recuperação do paciente: o atendimento domiciliar e o uso de equipamentos hospitalares.

A cama hospitalar, por exemplo, é um aparelho que possibilita diversos movimentos a fim de amenizar dores, melhorar a circulação sanguínea e aumentar o conforto do paciente.

No caso de indivíduos acamados, o uso de um colchão pneumático diminui o risco de surgimento de escaras (úlceras de pressão) e dores nas costas.

Já para pacientes necessitando de cadeiras de rodas, é possível também usar uma cadeira higiênica (também chamada de cadeira de banho) para utilizar o banheiro com segurança e praticidade.

Hoje em dia, todos esses equipamentos podem ser adquiridos de forma rápida e online, inclusive para alugar, sem a necessidade de investir na compra de aparelhos que serão utilizados apenas temporariamente.

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